Criada na Holanda em 1897 por Gerard e Frederik Philips e inicialmente focada na produção de lâmpadas de filamento de carbono, a Philips acabou se tornando e permanece, desde então, uma das maiores empresas de eletrônica do mundo. O boom da marca começou por volta de 1918, com as inovações nas áreas de raios-x e recepção de rádio, tendo participação com experiências de televisão, em 1925, e então na produção de aparelhos de som, em 1927.  

E é dando ênfase nessa longa história entre Philips e rádio, a qual a Fresh teve a honra de poder ter participado, que vamos relembrar um pouco dessa caminhada no nosso #TBT de hoje.

 

Quem passou pelos anos 80 e 90 certamente vivenciou o início dos portáteis. Quem é que não lembra das fitas cassete, dos rádios gravadores Micro-System ou do tão desejado walkman?! E pensar que tudo começou no fonógrafo, aquele parente mais velho da vitrola, que foi o primeiro aparelho de som, criado em 1857, capaz de reproduzir sons anteriormente gravados. Muito se tentou até, finalmente, na década de 1930, vir o magnetofone ou gravador cassete – como você preferir – a partir da criação das fitas magnéticas, patenteadas por Fritz Pfleumer.

Adiantando alguns anos na história – após inclusive dos discos de vinil -, criada pela Philips em 1963, a fita cassete foi um aprimoramento, constituindo-se de dois rolos de fita magnética dentro de uma caixa de plástico com toda uma mecanização do movimento. Este acontecimento revolucionou os aparelhos e facilitou muito a vida de todos. É aí então que surgem dois dos modelos das fotos feitas por nosso estúdio na década de 80: o Radio Gravador Estéreo Duplo Deck AW7110 e o Estéreo Rádio-Cassete Player AQ6508. Dois produtos portáteis com cara de revolução e gostinho de nostalgia. Dá uma olhadinha nessas fotos e me diz se não dá vontade de voltar no tempo só pra rebobinar aquela fita que você quase furava de tanto que ouvia.